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21 de abr. de 2017

POR UM BRASIL AS CLARAS




DISCURSO DO GENERAL GRAMOZA.



Liberdade para quê? Liberdade para quem?
Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar?
Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, para mentirosos, traficantes, viciados e hipócritas?
Falam de uma “noite” que durou 21 anos, enquanto fecham os olhos para a baderna, a roubalheira e o desmando que, à luz do dia, já dura 26!
Fala-se muito em liberdade!
Liberdade que se vê de dentro de casa, por detrás das grades de segurança, de dentro de carros blindados e dos vidros fumê!
Mas, afinal, o que se vê?
Vê-se tiroteios, incompetência, corrupção, quadrilhas e
quadrilheiros, guerra de gangues e traficantes, Polícia Pacificadora, Exército nos morros, negociação com bandidos, violência e muita hipocrisia.
Olhando mais adiante, enxergamos assaltos, estupros, pedófilos, professores desmoralizados, ameaçados e mortos, vemos “bullying”, conivência e mentiras, vemos crianças que matam, crianças drogadas, crianças famintas, crianças armadas, crianças arrastadas, crianças assassinadas.
Da janela dos apartamentos e nas telas das televisões vemos arrastões, bloqueios de ruas e estradas, terras invadidas, favelas atacadas, policiais bandidos e assaltos a mão armada.
Vivemos em uma terra sem lei, assistimos a massacres, chacinas e sequestros. Uma terra em que a família não é valor, onde menores são explorados e violados por pais, parentes, amigos, patrícios e estrangeiros.
Mas, afinal, onde é que nós vivemos?
Vivemos no país da impunidade onde o crime compensa e o criminoso é conhecido, reconhecido, recompensado, indenizado e transformado em herói! Onde bandidos de todos os colarinhos fazem leis para si, organizam “mensalões” e vendem sentenças!
Nesta terra, a propriedade alheia, a qualquer hora e em qualquer lugar, é tomada de seus donos, os bancos são assaltados e os caixas explodidos. É aqui, na terra da “liberdade”, que encontramos a “cracolândia” e a “robauto”, “dominadas” e vigiadas pela polícia!
Vivemos no país da censura velada, do “microondas”, dos toques de recolher, da lei do silêncio e da convivência pacífica do contraventor com o homem da lei. País onde bandidos comandam o crime e a vida de dentro das prisões, onde fazendas são invadidas, lavouras destruídas e o gado dizimado, sem contar quando destroem pesquisas cientificas de anos, irrecuperáveis!
Mas, afinal, de quem é a liberdade que se vê?
Nossa, que somos prisioneiros do medo e reféns da impunidade ou da bandidagem organizada e institucionalizada que a controla?
Afinal, aqueles da escuridão eram “anos de chumbo” ou anos de paz?
E estes em que vivemos, são anos de liberdade ou de compensação do crime, do desmando e da desordem?
Quanta falsidade, quanta mentira, quanta canalhice ainda teremos que suportar, sentir e sofrer, até que a indignação nos traga de volta a vergonha, a autoestima e a própria dignidade?
Quando será que nós, homens e mulheres de bem, traremos de volta a nossa liberdade?

Gramoza é General da Reserva do Exército do Brasil.

Após a leitura, não deixe de repassar. É o retrato do nosso Brasil.

22 de out. de 2016

Os quatro estilos de aprendizagem

Ou por que alguns leem os manuais e outros não

Aprendemos em função de como percebemos e processamos a realidade





Há pessoas que leem até a letra pequena dos manuais, enquanto outras simplesmente vão apertando todos os botões para ver o que acontece. Isso não é nem bom nem mau. Apenas nos dá pistas de nossa maneira de aprender. Vejamos os quatro tipos de aprendizagem que existem para identificar qual é o seu.
Em 1984, o professor universitário David Kolb descobriu que os adultos têm diferentes maneiras de aprender, que dependem de como percebemos a realidade e de como a processamos. Há indivíduos que captam a realidade basicamente por meio da experiência e outros, criando teorias. Os primeiros são mais empáticos e tendem a fazer várias tarefas ao mesmo tempo (multiplicidade). E mais: se não fizerem, podem ficar bastante entediados. Os segundos preferem se concentrar em uma só tarefa, lidam muito bem com a teoria e se perderiam com várias coisas ao mesmo tempo (unicidade).Você quer fazer uma viagem a dois e um de vocês precisa ler até o mínimo detalhe sobre o lugar aonde vão, enquanto o outro fica nervoso porque preferiria se lançar à aventura. Ou, em uma reunião de trabalho, um colega não para de dar ideias sem concretizar nada, enquanto o outro fica inquieto por não poder trabalhar sozinho. Já passou por algo assim? Se sim, bem-vindo aos diferentes modos de aprender e suas dificuldades (e oportunidades).


A informação não é captada da mesma forma por todos: alguns a processam se põem mãos à obra (ação) e outros, se refletem sobre o que observam (pensamento).

Com relação à maneira de captar a informação, alguns a processam se põem mãos à obra (ação) e outros, se refletem sobre o que observam (pensamento). Essas características definem os eixos das formas de aprender e dos quatro estilos.

Adaptadores − ou ‘fazedores’.

Dificilmente lerão um manual. São resultado da multiplicidade e da ação. Preferem trabalhar rodeados de pessoas e dão um jeito de conseguir recursos e alcançar resultados. Gostam de assumir riscos e sabem se adaptar às circunstâncias. Em uma empresa, são abundantes nos departamentos de vendas. A pergunta-chave que precisam responder é “quando?”

Assimiladores − ou especialistas na conceitualização.

Seu estilo é oposto ao dos adaptadores. São extraordinários criando modelos teóricos e definindo claramente os problemas. Têm mais interesse pelas ideias abstratas do que pelas pessoas, por isso não é de estranhar que se destaquem no campo da matemática ou das ciências. Em uma empresa, podem estar em posições de pesquisa ou de planejamento estratégico. A pergunta-chave que precisam responder é “por quê?”

Divergentes − ou os reis das mil e uma ideias criativas




Todos temos um estilo de aprendizagem definido, mas para nos desenvolvermos melhor pessoal e profissionalmente convém estar com pessoas que nos complementem e cujo estilo esteja no extremo do nosso.


Gostam de analisar os problemas em seu conjunto e de trabalhar com pessoas. São empáticos, emocionais e espirituosos. Não é de estranhar que lancem uma sucessão interminável de propostas diferentes em uma reunião. Neste estilo se encontram artistas, músicos e todos os criativos do mundo empresarial. A pergunta-chave que precisam responder é “e se...?” ou “por que não?”

Convergentes − ou o poder da dedicação a uma só coisa.
São o contrário dos divergentes. Precisam da aplicação prática das ideias para testar teorias ou resolver problemas. Perdem-se com muitas alternativas. No entanto, são excepcionais em situações onde há um único caminho para sua resolução. Muitos engenheiros se enquadram neste estilo de aprendizagem. A pergunta-chave que precisam responder é “para quê?”
Como se pode imaginar, há indivíduos em que um determinado estilo de aprendizagem é muito mais acentuado − como, por exemplo, Sheldon Lee Cooper, protagonista da série The Big Bang Theory, quem é um assimilador total. O mais comum, entretanto, é que não seja assim e todos tenhamos um pouco dos quatro estilos, embora costumemos nos sentir mais cômodos com um deles.
Não há dúvida de que todos temos um estilo de aprendizagem que nos define mais que outros e, para nos desenvolvermos melhor pessoal e profissionalmente, seria recomendável estar com pessoas que nos complementassem e cujo estilo estivesse no extremo do nosso. Por isso, se você é daqueles que não leem os manuais, fique perto de quem gosta de fazer isso (ou vice-versa). Porque, além desse hábito, existe uma maneira interna distinta de perceber e de processar a realidade que pode ajudar você a melhorar e a superar a si mesmo em muitos outros âmbitos da vida.

24 de jun. de 2016


Uma dúvida muito freqüente entre os pais que pretendem matricular seus filhos 
em uma escola é quanto aos métodos ou às abordagens educacionais por elas adotados. 
No Brasil, sobretudo a partir dos anos 1980, a teoria de aprendizagem que serviu de 
fundamento para a educação pública e, posteriormente, também para a 
privada foi o construtivismo, concebido por pedagogos como 
Lev Vygotsky e Paulo Freire.


A palavra construtivismo só pode ser usada com um sentido preciso e compartilhado universalmente em dois sentidos: quando designa um movimento artístico nascido na União Soviética após a revolução de 1917, tendo sido empregada pela primeira vez pelo teórico da arte russo Malevich para comentar o trabalho do artista Rodchenko, e na filosofia da matemática. Tanto na arte quanto na matemática a palavra construtivismo tem um significado preciso.
Já no campo da educação isso não ocorre. Há tantas definições de construtivismo quantas são as cabeças dos construtivistas. É praticamente impossível colocar-se de acordo sobre o que é o construtivismo em educação ou em pedagogia, porque o próprio fundamento da abordagem construtivista é flutuante e instável. Não há, pois, como definir o construtivismo no campo da educação: ele tem uma infinidade de significados. Por isso é tão difícil – ou mesmo impossível – que nos ponhamos de acordo sobre uma definição.
Por outro lado, exatamente por essa razão, ele é tão atraente. O construtivismo, um termo guarda-chuva, pode abrigar qualquer coisa. Além disso, tem um apelo atual, moderno, na medida em que engloba duas idéias que entraram na educação por intermédio da filosofia moderna: as idéias de autonomia e de emancipação. Portanto, em educação não é possível discutir construtivismo, ou melhor, só se pode discutir porque não há acordo, uma vez que o termo é fluido e tem uma base completamente instável.


O construtivismo do ponto de vista teórico

Que evidências temos a respeito dos impactos educacionais e dos resultados de aprendizagem produzidos por ações e práticas da abordagem construtivista? Do ponto de vista teórico, o que temos como elaboração teórica, hipótese, teoria ou modelo explicativo para o aprendizado?
Poderia apresentar muitas questões aqui, mas gostaria de recordar especialmente uma teoria desenvolvida e experimentada por um grande mestre de xadrez chamado Adriaan de Groot, holandês nascido em 1914 e falecido em 2006. Além de grande mestre de xadrez, de Groot era psicólogo cognitivo e publicou uma tese buscando responder quais são os mecanismos cognitivos postos em operação pelos grandes mestres ao jogarem xadrez.
Ele fez uma experiência muito célebre: apresentou tabuleiros de xadrez com jogadas em posições típicas, respeitando as regras do jogo. Mostrou então esses padrões de posições de repetições a experts e noviços. Depois de apresentá-los por alguns segundos, fez um teste para ver se as pessoas se lembravam dos padrões que haviam visto. Como resultado, ele obteve que, no caso da apresentação de padrões de posicionamento das peças que respeitavam as regras, os experts participantes da experiência foram muito superiores em relembrar os diversos quadros de posição apresentados, ao passo que os noviços falharam rotundamente.
Posteriormente, de Groot fez outra experiência em que mostrou padrões aleatórios de distribuição das peças a experts e noviços, fazendo depois o teste da memória dos padrões apresentados. Nesse segundo teste não houve diferença significativa entre experts e noviços.
Como interpretar os resultados dos dois experimentos? Aprende-se melhor e se resolve melhor os problemas quando se tem um padrão no qual encaixar os dados. E esse é exatamente o caso dos grandes mestres: eles têm um padrão estruturado no cérebro no qual vão encaixando as informações, ao passo que, se lhes são dadas informações aleatórias, elas dificilmente serão fixadas na memória e utilizadas depois para resolver problemas.
Portanto, antes de desenvolvermos capacidades e habilidades, é importante acumularmos conhecimentos e informações e, pouco a pouco, encaixá-los nos padrões que vão se estruturando no cérebro. Mas o construtivismo indica o caminho contrário ao pretender que a “cultura” da criança modele seu desenvolvimento cognitivo e que ela faça reflexões críticas antes mesmo de ter adquirido conhecimentos positivos, algo análogo a esperar que faça uma boa digestão alguém que mal deu a primeira garfada.
Do ponto de vista teórico, todas as proposições e equacionamentos elaborados pelo construtivismo – tal qual utilizado na educação – fracassam teórica e praticamente ao tentar explicar o problema do aprendizado. Não há nenhuma teoria experimentada e sólida que dê guarida às formulações construtivistas.


O construtivismo do ponto de vista prático

Consideremos agora as evidências científicas experimentais. Ao comparar procedimentos, abordagens e materiais de ensino baseados numa perspectiva construtivista com procedimentos, abordagens e materiais baseados numa perspectiva instrutivista, não há nenhum experimento no mundo que tenha mostrado a superioridade dos primeiros sobre os últimos. Não há estudo que prove que as abordagens construtivistas geram mais aprendizado do que as abordagens instrutivistas.
O mais célebre experimento prático em pedagogia foi realizado nos EUA como parte do projeto Follow Through, em que ficou cabalmente provado que abordagens, procedimentos e materiais de ensino que seguem o equacionamento instrutivista geram mais aprendizado em tempo menor e a um custo cognitivo menor do que as abordagens construtivistas. Isso está cabal e definitivamente demonstrado no campo empírico com crianças reais, em salas de aulas reais, com professores reais. Infelizmente, como os nossos educadores não estão habituados a trabalhar com evidências científicas, desconhecem o maior experimento prático pedagógico já realizado na história da educação.
Assim, tanto o avanço teórico nas ciências cognitivas quanto o avanço no conhecimento experimental das práticas pedagógicas confirmam a tradição pedagógica ao evidenciar que procedimentos não dirigidos, centrados no interesse do aluno, que dão ênfase à participação e que vão do complexo para o simples são inferiores se comparados a procedimentos centrados no conteúdo, dirigidos pelo professor, que vão do simples para o complexo, que fazem rememorações e que levam em conta o que o aluno já sabe.
Se a superioridade das abordagens instrutivistas ante as abordagens construtivistas é corroborada pela experiência e pela teoria, isso não tem nada que ver com tradicionalismo, passadismo ou autoritarismo. A afirmação dessa superioridade é antes a solidificação de uma tradição pedagógica – e tradição pedagógica não é o mesmo que tradicionalismo pedagógico. Não se trata de tradicionalismo, e sim de observar que a tradição pedagógica, acolhendo os novos avanços teóricos da ciência ao longo do tempo e os achados consolidados e sistemáticos dos experimentos pedagógicos, vai sendo confirmada. Trata-se de observar o que é mais eficaz e o que faz com que um maior número de crianças de diversos tipos, em diversas circunstâncias, em diversas culturas, aprendam mais e a um custo cognitivo menor.


Letramento e whole language

O termo “letramento” foi inventado no Brasil e tem sido empregado como substituto do termo “literacia”. Com ele ocorre o mesmo que com o construtivismo: é um termo impreciso, sem uma definição operacional. Letramento é tudo e qualquer coisa. Por isso ficamos tão perdidos!
Em suma, letramento não é senão a abordagem construtivista aplicada ao problema do aprendizado da leitura. Quando ouvir falar em letramento, pense, portanto, na aplicação de uma abordagem reconhecida e comprovadamente ineficaz equacionada ao problema da leitura.
Tal aplicação do relativismo construtivista à questão do ensino da leitura tem também um sabor do whole language, movimento vindo dos EUA – especialmente da Califórnia – que reencontrou trabalhos de neurofisiologistas e neuropsicólogos como Luria e trabalhos teóricos de Vygotsky, ambientou-os num processo chamado de Neurociência Cognitiva e gerou, por fim, uma sorte de filosofia do aprendizado da leitura que resultou em um fracasso monstruoso quando aplicada obrigatoriamente nas escolas da Califórnia no fim da década de 80. Por decisão da autoridade educacional do estado da Califórnia, as escolas foram obrigadas a aplicar essa abordagem. Como conseqüência, a Califórnia, que tinha antes escores de leitura superiores aos dos demais estados americanos, em pouco tempo passou para o último lugar. Logo perceberam o que estava acontecendo, e a situação foi remediada.
Aprender a ler com base em textos, aprender a ler privilegiando as habilidades cognitivas superiores, aprender a ler do todo para a parte, aprender a ler dando valor à função social da linguagem, tudo isso é whole language, tudo isso é construtivismo aplicado à alfabetização, tudo isso é letramento. Ora, tentaram aplicar o whole language também em Israel. Mas, como o desempenho em leitura dos alunos israelenses começasse a cair, o Knesset, parlamento de Israel, formou um grupo coordenado pela cientista Rina Shapira para buscar entender o que estava acontecendo. Eles rapidamente identificaram a universidade de onde vinham as iniciativas de implementar essa abordagem pedagógica e fecharam seu departamento de letramento, demitindo todos os professores.
Se na Califórnia e em Israel o fracasso da aplicação de uma abordagem pedagógica ineficaz foi prontamente identificado e corrigido, no Brasil, contudo, décadas de estragos educacionais causados pelo construtivismo parecem não ter sido o bastante para afastar nosso sistema educacional do erro. Ainda hoje, a maioria de nossos pedagogos e profissionais da área da educação é formada para construir casas a partir do telhado, ignorando a fundação. Nutrindo uma preocupação desmedida com a socialização e as habilidades críticas da criança, esquecem-se do fundamental e empregam esforços imensos para erguer edifícios que, a depender dessa abordagem, jamais sairão do chão.
Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!
Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!
Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!
Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.Amigo é a base quando falta o chão!
Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!
Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!

Oração do Professor


"Obrigado, Senhor, por atribuir-me a missão de ensinar e por fazer de mim uma professora no mundo da educação.

Eu te agradeço pelo compromisso de formar tantas pessoas e te ofereço todos os meus dons.

São grandes os desafios de cada dia, mas é gratificante ver os objetivos alcançados, na raça de servir, colaborar e ampliar os horizontes do conhecimento.

Quero celebrar as minhas conquistas exaltando também o sofrimento que me fez crescer e evoluir.

Quero renovar cada dia a coragem de sempre recomeçar.

Senhor!

Inspira-me na minha vocação de mestre e comunicador para melhor poder servir.

Abençoa todos os que se empenham neste trabalho iluminando-lhes o caminho.

Obrigado, meu Deus, pelo dom da vida e por fazer de mim uma educadora consciente, comprometida hoje e sempre. Amém!"